by Rabinoosábado, 23 de maio de 2009
sábado, 1 de novembro de 2008
Caim
Queria apenas entender
porque sentimos inveja...
Seria destino sermos cains?
coragem para transpareceer inveja
e a não- aceitação das nossa imperfeições
a auisencia de elogios nos
causam constrangimento,frustrações
nos indentificamos com os dois
extremos, com bajulações e elogios,
insultos e ofensas...
ele não se agradou com minha oferta
(mamãe)
então dediquei, trabalhei, executei
talvez medidas sejam reais (realeza)
desleais (leis)
monopólio de carinho e atenção
não consigo conviver contigo querido
irmão, queria amar, queria chorar,
queria morrer, mas terei que matar...
terei que matar o que sinto para
viver...
complexamente caim
John Play
porque sentimos inveja...
Seria destino sermos cains?
coragem para transpareceer inveja
e a não- aceitação das nossa imperfeições
a auisencia de elogios nos
causam constrangimento,frustrações
nos indentificamos com os dois
extremos, com bajulações e elogios,
insultos e ofensas...
ele não se agradou com minha oferta
(mamãe)
então dediquei, trabalhei, executei
talvez medidas sejam reais (realeza)
desleais (leis)
monopólio de carinho e atenção
não consigo conviver contigo querido
irmão, queria amar, queria chorar,
queria morrer, mas terei que matar...
terei que matar o que sinto para
viver...
complexamente caim
John Play
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
sedentas de amor
estrelas plenas de solidão
descem do céu
para beijar o mar
para Cachone/Altair
by Paladinoo
estrelas plenas de solidão
descem do céu
para beijar o mar
para Cachone/Altair
by Paladinoo
terça-feira, 22 de julho de 2008
PRESENÇA
Apenas a tua sombra
bole a minha cuia
transbordo de alegria.
Meu tamanho é pequeno
meu trabalho fraco
os frutos escassos.
Eu não sei
se a minha vontade
está nublada,
a minha humildade
disfarçada,
a minha caridade
quase nada.
Não quero saber
se de alguém
sou melhor,
santo ou pecador.
Só quero saber
Te agradecer.
Elizabeth S. Tanaka
bole a minha cuia
transbordo de alegria.
Meu tamanho é pequeno
meu trabalho fraco
os frutos escassos.
Eu não sei
se a minha vontade
está nublada,
a minha humildade
disfarçada,
a minha caridade
quase nada.
Não quero saber
se de alguém
sou melhor,
santo ou pecador.
Só quero saber
Te agradecer.
Elizabeth S. Tanaka
sábado, 12 de julho de 2008
Frêmito do meu corpo
Frêmito do meu corpo a procurar-te,Febre das minhas mãos na tua pele
Que cheira a âmbar, a baunilha e a mel,
Doido anseio dos meus braços a abraçar-te,
Olhos buscando os teus por toda a parte,
Sede de beijos, amargor de fel,
Estonteante fome, áspera e cruel,
Que nada existe que a mitigue e a farte!
E vejo-te tão longe! Sinto a tua alma
Junto da minha, uma lagoa calma,
A dizer-me, a cantar que me não amas...
E o meu coração que tu não sentes,
Vai boiando ao acaso das correntes,
Esquife negro sobre um mar de chamas...
Florbela Espanca
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